Como o Autoconhecimento Transforma Pessoas, Líderes e Resultados

“Se o homem buscasse conhecer a si mesmo primeiro, metade dos problemas do mundo estaria resolvida.”
— John Lennon

Minha trajetória profissional começou na área técnica, como técnico em eletrônica, em plena época da reserva de mercado de tecnologia no Brasil. Atuei em uma das empresas mais relevantes daquele período, a S!D Informática, do grupo Machline (SHARP do Brasil).

Na prática técnica, eu lidava diariamente com diagnósticos complexos de computadores. E algo ficou muito claro para mim desde cedo: por trás de qualquer sistema eficiente, existe lógica, estrutura e entendimento profundo do funcionamento.

Em algum momento, essa reflexão migrou do mundo das máquinas para o mundo das pessoas.
Se sistemas precisam ser compreendidos para funcionar bem, por que não aplicar a mesma lógica ao comportamento humano?

O início da jornada no comportamento humano

A partir dessa inquietação, passei a buscar tudo o que envolvia comportamento, decisão e motivação. Na faculdade, mergulhei em sociologia e psicologia organizacional, estudando teorias comportamentais com o mesmo rigor técnico que aplicava à eletrônica.

Com o tempo, entre dezenas de modelos e abordagens, selecionei aqueles que realmente entregam clareza prática — especialmente em ambientes corporativos e processos de liderança.

Hoje, utilizo três ferramentas centrais, que combinadas oferecem uma visão profunda e objetiva sobre:

  • Quem a pessoa é
  • Como ela toma decisões
  • O que realmente a motiva
  • Onde ela tende a performar melhor
  • E quais ambientes geram desgaste ou crescimento

Um caso real: quando o comportamento limita o potencial

Atuei certa vez com um líder de fábrica em uma indústria metalúrgica.
Tecnicamente, ele era excelente. Entregava resultados consistentes e era valorizado pela gestão.

Por outro lado, apresentava comportamentos difíceis no relacionamento com a equipe e colegas, o que começava a comprometer o clima e a sustentabilidade do desempenho.

Iniciamos um processo estruturado de desenvolvimento, que incluiu:

  • Aplicação de testes comportamentais
  • Identificação das Âncoras de Carreira
  • Avaliação 360º com devolutiva estruturada
  • Sessões semanais de mentoria ao longo de 12 encontros

O resultado foi claro e mensurável:
o comportamento mudou, a maturidade de liderança aumentou e esse profissional cresceu dentro da empresa.

O ponto-chave não foi correção externa, mas autoconhecimento aplicado.
Quando a pessoa entende quem é, passa a liderar melhor a si mesma — e, por consequência, aos outros.

Autoconhecimento aplicado à liderança e às contratações

Essas mesmas ferramentas são utilizadas de forma sistemática em processos de recrutamento, seleção e desenvolvimento de líderes para clientes da Quantyve.

Elas permitem:

  • Fazer perguntas certas durante entrevistas
  • Reduzir drasticamente erros de contratação
  • Aumentar aderência entre pessoa, função e contexto
  • Evitar decisões baseadas apenas em currículo ou discurso

Outro ponto crítico:
esses instrumentos não podem ser “encenados”.
Eles revelam padrões reais de comportamento, reduzindo o risco de alguém parecer aquilo que não é.

As três ferramentas que utilizamos

  • DISC – comportamento em ação e tomada de decisão
  • MBTI – preferências cognitivas e forma de interação com o mundo
  • Âncoras de Carreira – motivações profundas que sustentam escolhas profissionais ao longo da vida

A combinação dessas três abordagens cria uma leitura clara sobre perfil, motivação e direcionamento de carreira, tanto para indivíduos quanto para organizações.

Autoconhecimento não é introspecção. É estratégia.

Empresas crescem quando as pessoas certas estão nos lugares certos.
Pessoas crescem quando entendem suas motivações, limites e potenciais.

Na Quantyve, usamos autoconhecimento como ferramenta estratégica — não como discurso abstrato.

Em breve, este conteúdo também estará disponível em formato de eBook, reunindo de forma prática como aplicar DISC, MBTI e Âncoras de Carreira no desenvolvimento pessoal, liderança e gestão de equipes.

Conhecer a si mesmo não é luxo.
É uma das decisões mais inteligentes que um profissional ou uma empresa pode tomar.

Nosso parceiro Instituto Reddere aplica um 4º teste desenvolvido por eles mesmos, chamado As 5 Chaves da Alma, que permite enxergar além desse ponto e ainda faz a correlação entre todos eles.

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