Contexto
A SAGE Sistemas, referência nacional em soluções de ERP para contadores, buscava ampliar seu portfólio e fortalecer sua posição num mercado cada vez mais competitivo. A empresa havia planejado lançar quatro novos produtos complementares ao seu ERP principal, com a intenção de aumentar valor percebido, ticket médio e retenção de clientes.
Embora a estratégia fosse promissora, a SAGE carecia do principal ingrediente para decisões seguras: dados confiáveis sobre a real demanda do mercado.
Sem isso, o risco era elevado: investir meses de desenvolvimento e capital precioso em produtos que talvez não tivessem aderência — um erro comum e caro na indústria de software.
Desafio
A companhia enfrentava um dilema estratégico:
- Quais dos quatro produtos realmente tinham demanda comprovada?
- Qual deles resolveria dores prioritárias do público contador?
- Qual apresentava maior potencial de receita, aderência e escalabilidade?
- Havia algum produto que deveria ser cancelado para evitar desperdícios?
Sem essas respostas, qualquer decisão seria apenas um palpite — e palpites são perigosos quando envolvem roadmap, investimento, equipe e tempo de mercado.
O que fizemos
A Quantyve conduziu uma investigação estruturada e profunda com os potenciais usuários finais — os próprios contadores que utilizariam os novos módulos.
O trabalho envolveu:
- Pesquisa qualitativa e quantitativa com clientes e não clientes
- Mapeamento das dores reais, urgências e expectativas do público
- Análise de viabilidade técnica, econômica e comercial de cada produto
- Priorização com base em valor percebido, potencial de escala e disposição de pagamento
- Construção de um relatório executivo com recomendações claras, objetivas e orientadas ao retorno sobre investimento
Mais do que coletar opiniões, extraímos insights acionáveis sobre o que realmente faria diferença no dia a dia dos contadores.
Resultados
A atuação da Quantyve trouxe clareza estratégica imediata:
- Identificação precisa dos produtos viáveis, com alta aceitação e potencial de receita.
- Cancelamento estratégico dos produtos sem demanda, evitando desperdício de tempo, equipe e capital.
- Economia direta e indireta significativa, ao impedir investimentos improdutivos em soluções sem aderência real.
- Redefinição do roadmap de inovação, agora estruturado com base em evidências e não em suposições.
- Maior velocidade de execução, já que a SAGE pôde concentrar seus recursos no que realmente geraria impacto.
O resultado final foi um portfólio mais enxuto, mais lucrativo e alinhado às necessidades do mercado — exatamente o que uma empresa de tecnologia precisa para crescer de forma sustentável.


